terça-feira, 31 de março de 2015
domingo, 29 de março de 2015
Pia inteligente
sábado, 28 de março de 2015
Universidade constroi “telhado verde”
O Design Verde é uma tendência da arquitetura moderna, e não estamos falando apenas da cor, mas sim de locais como o prédio de cinco andares da Escola de Arte, Design e Comunicação da Universidade Tecnológica de Nanyang, em Cingapura. A construção conta com uma cobertura vegetal e sua forma orgânica se mistura com a natureza onde está inserida. Os telhados revestidos de grama servem como ponto de encontro informal, além de ajudar no equilíbrio térmico do edifício e na absorção da água da chuva.
sexta-feira, 27 de março de 2015
Itens que podem ser reciclados (e você nem imaginava)
Hoje em dia não sobram muitas desculpas para não separarmos o lixo que geramos em casa. Apesar de ainda faltar muito para que a coleta seletiva e a reciclagem funcionem com máxima eficiência nas cidades brasileiras, está bem mais fácil fazer a nossa parte. O problema é quando nos deparamos com tipos de lixos que não se encaixam em nenhuma das lixeiras coloridas e também não são materiais orgânicos. Acontece que vários desses materiais podem ser reciclados, se forem descartados do jeito certo e passarem pelo tratamento adequado. Dá uma olhada na lista a seguir e repense o jeito como você joga as coisas fora:
1. Óleo de cozinha

Jogar no ralo não rola, não importa se é só um pouquinho. O óleo pode entupir canos, romper redes de coleta, prejudicar o funcionamento das estações de tratamento de água, comprometer o equilíbrio ambiental e impermeabilizar o solo. Basicamente, todo o óleo que você descartar na pia terá que ser separado quimicamente depois para que o problema não fique pior. Por que não reciclar, então? Óleo de cozinha pode ser usado para fazer tinta, sabão, detergente e biodiesel.Como já dissemos num texto aqui do Ideias Verdes há um tempo, alguns países até têm orientações oficiais para ajudar a população na hora de descartar o óleo que sobrou das frituras.
Dá para armazenar o óleo em garrafas e depois levar a um posto de coleta. O site da Ecóleo (Associação Brasileira para sensibilização, coleta e reciclagem de resíduos de óleo comestível) mostra alguns pontos de coleta por todo o Brasil. Se você estiver em São Paulo, pode procurar onde descartar nessa lista da ONG TREVO, especializada nesse tipo de resíduo.
2. Chapas de raio-x

As chapas são compostas de acetato, plástico que leva mais de 100 anos para se decompor, e prata, um metal pesado que pode contaminar água e solo. Então, jogar no lixo comum aqueles exames antigos guardados na gaveta por anos está fora de cogitação. Melhor reciclar. A separação dos grãos de prata acontece por meio de um processo que utiliza altas temperaturas e dá origem a “escamas” do metal – usados na fabricação de joias e talheres. O plástico que sobra (o suporte das chapas) pode ser reaproveitado em embalagens de presente, capas de caderno e fichários.
Em São Paulo, o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP mantém um posto de coleta de chapa de raio X. O laboratório Fleury faz coleta das chapas para quem é cliente. As unidades ficam em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
3. Absorventes e fraldas descartáveis sujas

Não precisa sentir nojo. Reciclar fraldas descartáveis vai evitar que esses materiais se acumulem nos aterros sanitários pelos próximos 500 anos. Se um bebê usa umas 6 mil fraldas ao longo da infância, imagina quantas já não estão aí na natureza. O problema é que a reciclagem do material absorvente usado ainda não é muito comum mundo afora. Mas que tem jeito, tem. Uma empresa canadense desenvolveu uma solução interessante e inaugurou, no Reino Unido, uma usina de reciclagem de fraldas, absorventes femininos e geriátricos. A sujeira é separada e transformada em gás para a geração de energia. Aí as fraldas passam por um tratamento. O material é comprimido, triturado e pode dar origem a madeira plástica, telhas ou outros materiais absorventes.
1. Óleo de cozinha
Jogar no ralo não rola, não importa se é só um pouquinho. O óleo pode entupir canos, romper redes de coleta, prejudicar o funcionamento das estações de tratamento de água, comprometer o equilíbrio ambiental e impermeabilizar o solo. Basicamente, todo o óleo que você descartar na pia terá que ser separado quimicamente depois para que o problema não fique pior. Por que não reciclar, então? Óleo de cozinha pode ser usado para fazer tinta, sabão, detergente e biodiesel.Como já dissemos num texto aqui do Ideias Verdes há um tempo, alguns países até têm orientações oficiais para ajudar a população na hora de descartar o óleo que sobrou das frituras.
Dá para armazenar o óleo em garrafas e depois levar a um posto de coleta. O site da Ecóleo (Associação Brasileira para sensibilização, coleta e reciclagem de resíduos de óleo comestível) mostra alguns pontos de coleta por todo o Brasil. Se você estiver em São Paulo, pode procurar onde descartar nessa lista da ONG TREVO, especializada nesse tipo de resíduo.
2. Chapas de raio-x
As chapas são compostas de acetato, plástico que leva mais de 100 anos para se decompor, e prata, um metal pesado que pode contaminar água e solo. Então, jogar no lixo comum aqueles exames antigos guardados na gaveta por anos está fora de cogitação. Melhor reciclar. A separação dos grãos de prata acontece por meio de um processo que utiliza altas temperaturas e dá origem a “escamas” do metal – usados na fabricação de joias e talheres. O plástico que sobra (o suporte das chapas) pode ser reaproveitado em embalagens de presente, capas de caderno e fichários.
Em São Paulo, o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP mantém um posto de coleta de chapa de raio X. O laboratório Fleury faz coleta das chapas para quem é cliente. As unidades ficam em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
3. Absorventes e fraldas descartáveis sujas
Não precisa sentir nojo. Reciclar fraldas descartáveis vai evitar que esses materiais se acumulem nos aterros sanitários pelos próximos 500 anos. Se um bebê usa umas 6 mil fraldas ao longo da infância, imagina quantas já não estão aí na natureza. O problema é que a reciclagem do material absorvente usado ainda não é muito comum mundo afora. Mas que tem jeito, tem. Uma empresa canadense desenvolveu uma solução interessante e inaugurou, no Reino Unido, uma usina de reciclagem de fraldas, absorventes femininos e geriátricos. A sujeira é separada e transformada em gás para a geração de energia. Aí as fraldas passam por um tratamento. O material é comprimido, triturado e pode dar origem a madeira plástica, telhas ou outros materiais absorventes.
Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/ideias-verdes/
quinta-feira, 26 de março de 2015
Reaproveitamento da água da máquina de lavar
O que são águas cinza:
As águas cinza são coletadas em diversas fontes (águas pluviais, lavatório, chuveiro, pia de cozinha, tanque e de máquina de lavar roupa).
Qual a água que nossa estação vai tratar:
A nossa estação STRANP (Estação de Tratamento e Reuso da Água Não Potável), vai tratar exclusivamente a água vinda da máquina de lavar.
Como funciona:
A água de sabão entra no primeiro estágio que é um reservatório denominadotanque AV (avaliação da água), este primeiro estágio pode ser composto por um ou dois reservatórios, isto conforme a quantidade de roupas lavadas em um dia. No segundo estágio é o reator floculador, nele a água entra através de bombeamento e logo começa a floculação isto é; a separação do sabão da água. No terceiro estágio é o filtro de polimento, também a água é bombeada, passando por clorador, filtro de areia e brita. Depois deste estágio a água está pronta a ser reutilizada, para lavar pisos, calçadas e aguar jardins.
Toda estação é controlada por um painel de controle eletrônico temporizado, é por este painel que o reator floculador vai receber informação da corrente elétrica para fazer a separação do sabão existente na água. O painel eletrônico ou painel de controle, também controla o tempo de bombeamento da água para cada estágio.
Instalação:
A instalação da estação é bastante simples, podendo ser subterrânea ou sob o piso. Qualquer uma das opções vai de acordo com o local, alguns clientes preferem subterrânea para ganhar espaço, outros não querem mexer no terreno devido a obra que já está feita, como: piso de granito, cerâmica, assoalho etc.
A estação de tratamento deve ficar próxima a máquina de lavar ou lavanderia. A mangueira de saída da água da máquina deve estar conectada ao primeiro estágio da estação, e a saída da água tratada da estação vai a um reservatório, podendo ser uma caixa d’água ou um tanque da escolha do cliente. No reservatório da água tratada pode ter uma bomba para bombear a água para outra caixa acima da casa ou mesmo diretamente as torneiras na área comum da residência.
Custo benefício:
O custo benefício é excelente, visto que já existe lei que em alguns lugares já é proibido lavar calçadas com água potável (crime ambiental) veja o que diz estas matérias: lei proíbe lavar carros e calçadas – é proibido lavar calçadas.
Imagine você poder lavar seu carro, calçadas e aguar seu jardim a vontade! Sem estar cometendo crime ambiental, a água que estava sendo jogada no esgoto, agora pode ser reutilizada para estes fins, sem falar que os lençóis freáticos vão agradecer recebendo uma água sem contaminação.
Excelente negócio:
Você pode perceber que este é o melhor negócio dos últimos tempos, “conservar a água”, uma estação como essa vai lhe dar muito lucro e até mesmo gerar emprego. Você vai ganhar muito dinheiro com uma pequena fábrica, na sua casa ou em outro local pequeno. O investimento é mínimo, o que vai depender é só da sua habilidade e interesse de comercializar.
Caso queira entrar neste negócio é preciso você preencher um questionário do seu perfil, sendo aprovado começaremos um treinamento para você montar sua fábrica. No questionário segue valores de investimentos e lucros.
As águas cinza são coletadas em diversas fontes (águas pluviais, lavatório, chuveiro, pia de cozinha, tanque e de máquina de lavar roupa).
Qual a água que nossa estação vai tratar:
A nossa estação STRANP (Estação de Tratamento e Reuso da Água Não Potável), vai tratar exclusivamente a água vinda da máquina de lavar.
Como funciona:
A água de sabão entra no primeiro estágio que é um reservatório denominadotanque AV (avaliação da água), este primeiro estágio pode ser composto por um ou dois reservatórios, isto conforme a quantidade de roupas lavadas em um dia. No segundo estágio é o reator floculador, nele a água entra através de bombeamento e logo começa a floculação isto é; a separação do sabão da água. No terceiro estágio é o filtro de polimento, também a água é bombeada, passando por clorador, filtro de areia e brita. Depois deste estágio a água está pronta a ser reutilizada, para lavar pisos, calçadas e aguar jardins.
Toda estação é controlada por um painel de controle eletrônico temporizado, é por este painel que o reator floculador vai receber informação da corrente elétrica para fazer a separação do sabão existente na água. O painel eletrônico ou painel de controle, também controla o tempo de bombeamento da água para cada estágio.
Instalação:
A instalação da estação é bastante simples, podendo ser subterrânea ou sob o piso. Qualquer uma das opções vai de acordo com o local, alguns clientes preferem subterrânea para ganhar espaço, outros não querem mexer no terreno devido a obra que já está feita, como: piso de granito, cerâmica, assoalho etc.
A estação de tratamento deve ficar próxima a máquina de lavar ou lavanderia. A mangueira de saída da água da máquina deve estar conectada ao primeiro estágio da estação, e a saída da água tratada da estação vai a um reservatório, podendo ser uma caixa d’água ou um tanque da escolha do cliente. No reservatório da água tratada pode ter uma bomba para bombear a água para outra caixa acima da casa ou mesmo diretamente as torneiras na área comum da residência.
Custo benefício:
O custo benefício é excelente, visto que já existe lei que em alguns lugares já é proibido lavar calçadas com água potável (crime ambiental) veja o que diz estas matérias: lei proíbe lavar carros e calçadas – é proibido lavar calçadas.
Imagine você poder lavar seu carro, calçadas e aguar seu jardim a vontade! Sem estar cometendo crime ambiental, a água que estava sendo jogada no esgoto, agora pode ser reutilizada para estes fins, sem falar que os lençóis freáticos vão agradecer recebendo uma água sem contaminação.
Excelente negócio:
Você pode perceber que este é o melhor negócio dos últimos tempos, “conservar a água”, uma estação como essa vai lhe dar muito lucro e até mesmo gerar emprego. Você vai ganhar muito dinheiro com uma pequena fábrica, na sua casa ou em outro local pequeno. O investimento é mínimo, o que vai depender é só da sua habilidade e interesse de comercializar.
Caso queira entrar neste negócio é preciso você preencher um questionário do seu perfil, sendo aprovado começaremos um treinamento para você montar sua fábrica. No questionário segue valores de investimentos e lucros.
Envie um e-mail para aguacinza@gmail.com ou acesse nosso site: www.aguacinza.eco.br
quarta-feira, 25 de março de 2015
Copo comestível de alga pode substituir descartáveis
Copo descartável, que gera lixo e demora centenas de anos para se decompor, ou copo de vidro, que constantemente precisa ser lavado com água e detergente? Em meio às discussões sobre a forma mais sustentável de consumir líquidos, o escritório de design norte-americano The Way We See The World desenvolveu um copo que pode, finalmente, encerrar esse debate: o Jelloware.
Feito de ágar-ágar, um tipo especial de gelatina de algas, o copo é comestível e, por isso, resolve todos os problemas relacionados à produção de lixo, desperdício de água e poluição, debatidos no consumo dos demais tipos de copo.
Coloridos e maleáveis, os Jellowares são fabricados em três versões – limão e manjericão, gengibre e hortelã e alecrim e beterraba –, dando ao consumidor a chance de escolher o sabor que melhor combina com a sua bebida.
O produto só requer dois cuidados: se não for consumido imediatamente, ele deve ser guardado na geladeira, ao invés do bom e velho armário de louças, e a sua ingestão deve ser controlada. Isso porque, segundo os fabricantes, comer mais do que três Jellowares por dia pode trazer prejuízos à saúde, já que o ágar-ágar possui propriedades laxativas.
Quem não quiser correr o risco de passar o resto do dia no banheiro ou estiver de regime, não precisa comer o copo: o Jelloware é biodegradável e, por isso, segundo os fabricantes, pode ser enterrado em qualquer área verde, que se transformará em adubo para as plantas. Boa ideia ou não?
Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/nem-descartavel-e-nem-de-vidro-copo-comestivel-de-alga-pode-ser-solucao-para-meio-ambiente/
terça-feira, 24 de março de 2015
Casa popular econômica e sustentável
Assim é esta casa popular que reúne soluções construtivas bem-vindas em qualquer obra, como o uso de madeira certificada e de ventilação e iluminação naturais fartas
A indústria e a universidade se juntaram para colocar de pé o projeto piloto de uma moradia popular que prima pela planta bem distribuída (veja o quadro abaixo), pelo uso de materiais amigos do meio ambiente e pelo conforto térmico obtido com recursos tão simples quanto a ventilação natural.
O segredo do sucesso começa pelo sistema construtivo, a alvenaria estrutural com blocos de concreto, que dispensa vigas e economiza nos acabamentos. Para quem se anima a investir em sustentabilidade, é possível ter banho aquecido por energia solar e aproveitamento da água da chuva, entre outras soluções que você vê nas próximas páginas.
Planejada para Crescer
Ela nasceu dentro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), fruto de um projeto desenvolvido pelos professores Oswaldo Luiz de Souza e Alice de Barros Horizonte Brasileira, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Aprimorada em parceria com a Associação Brasileira de Cimento Portland e com a empresa cimenteira Holcim, a proposta resultou na morada que reúne sala, dois quartos, banheiro, cozinha e lavanderia coberta em uma planta básica de 46 m².
Para que o projeto piloto saia do papel e ganhe os canteiros de obra, é preciso envolver os comerciantes do setor de construção: a ideia é que em revendas parceiras do programa os interessados adquiram o projeto e os materiais e contratem a mão de obra.
A indústria e a universidade se juntaram para colocar de pé o projeto piloto de uma moradia popular que prima pela planta bem distribuída (veja o quadro abaixo), pelo uso de materiais amigos do meio ambiente e pelo conforto térmico obtido com recursos tão simples quanto a ventilação natural.
O segredo do sucesso começa pelo sistema construtivo, a alvenaria estrutural com blocos de concreto, que dispensa vigas e economiza nos acabamentos. Para quem se anima a investir em sustentabilidade, é possível ter banho aquecido por energia solar e aproveitamento da água da chuva, entre outras soluções que você vê nas próximas páginas.
A planta básica pode anexar facilmente a construção de uma suíte com closet: basta substituir a janela por uma porta para conectar os módulos, que assim somam 64 m2.
Ela nasceu dentro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), fruto de um projeto desenvolvido pelos professores Oswaldo Luiz de Souza e Alice de Barros Horizonte Brasileira, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Aprimorada em parceria com a Associação Brasileira de Cimento Portland e com a empresa cimenteira Holcim, a proposta resultou na morada que reúne sala, dois quartos, banheiro, cozinha e lavanderia coberta em uma planta básica de 46 m².
Para que o projeto piloto saia do papel e ganhe os canteiros de obra, é preciso envolver os comerciantes do setor de construção: a ideia é que em revendas parceiras do programa os interessados adquiram o projeto e os materiais e contratem a mão de obra.
Ela nasceu dentro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), fruto de um projeto desenvolvido pelos professores Oswaldo Luiz de Souza e Alice de Barros Horizonte Brasileira, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Aprimorada em parceria com a Associação Brasileira de Cimento Portland e com a empresa cimenteira Holcim, a proposta resultou na morada que reúne sala, dois quartos, banheiro, cozinha e lavanderia coberta em uma planta básica de 46 m².
Para que o projeto piloto saia do papel e ganhe os canteiros de obra, é preciso envolver os comerciantes do setor de construção: a ideia é que em revendas parceiras do programa os interessados adquiram o projeto e os materiais e contratem a mão de obra.
segunda-feira, 23 de março de 2015
Alimento Sustentável
Pensar na alimentação como uma escolha sustentável é também um exercício necessário para o equilíbrio do Planeta.
A produção de animais para o abate é uma das atividades com maiores gastos de recursos naturais. Por isso, a onda da alimentação orgânica e natural cresce vertiginosamente nestes primeiros anos de século XXI. Não basta viver verde, é preciso comer verde também.
E comer verde não significa comer apenas legumes e verduras, mas investigar a origem dos alimentos que você consome e priorizar aqueles produzidos de acordo com as normas de respeito ao meio ambiente.
A alimentação orgânica baseia-se em princípios bastante claros, mas que vão muito além de um produto sem agrotóxicos. Pode ser considerado orgânico:
- O produto oriundo de um sistema de manejo agrícola que utiliza o solo e os recursos naturais de forma equilibrada;
- O produto cujos produtores se preocupam com a preservação e utilização do solo a longo prazo;
- Produtos cujo processo de produção respeita os direitos trabalhistas, valoriza a mão de obra local e colabora para o desenvolvimento do ser humano.
Ciente dessa responsabilidade, lembre-se de na próxima vez que estiver no supermercado escolher preferencialmente alimentos que se encaixam nesse perfil, e faça parte desse grupo de novos consumidores que se preocupam com o futuro da planeta através de uma alimentação sustentável!
domingo, 22 de março de 2015
Mundo Sustentável: Água de chuva
Hoje o poste é sobre o aproveitamento da água da chuva, vou mostrar um desenho onde é mostrado todo o passo a passo.
quinta-feira, 19 de março de 2015
Casca de banana é usada para despoluir água
A casca de banana pode ter uma utilidade super ecológica. È o que aponta uma pesquisa do Centro de Energia Nuclear de Agricultura (Cena), da Usp de Piracicaba. Os cientistas chegaram à conclusão que a casca é eficiente na despoluição de águas contaminadas com resíduos dospesticidas atrazina e ametrina, comumente usados em lavouras de cana-de-açúcar e de milho.
As experiências foram feitas nos rios Capivari e Piracicaba, onde as águas estavam contaminadas com estes dois produtos. Após os primeiros testes, comprovou-se que os resíduos haviam desaparecido com eficiência das águas analisadas.
O método utiliza casca de banana triturada e peneirada,secas em forno (60ºC). Depois, ela é misturada a uma quantidade determinada de água, agitada e filtrada.
De acordo com os cientistas, a casca de banana é mais vantajosa que as demais metodologias (como remediações térmicas, químicas, físicas e fitorremediação). “Os processos tradicionais de tratamento de água não são suficientes para remover totalmente os resíduos de agrotóxicos para atingir o padrão de potabilidade e evitar riscos à saúde humana. É necessário que se faça a adoção de técnicas mais competentes e de baixo custo”, explicam Claudinéia Silva e Graziela Moura, responsáveis pelo estudo.
Capacidade de absorção A casca da banana corresponde a 30% e 40% de seu peso total e até agora, vem sendo utilizada como complemento na produção de adubos, ração animal e produção de proteínas, etanol, metano, pectina e enzimas. É constituída de celulose, hemicelulose, pectina, clorofila e outros compostos de baixo peso molecular. Por isso, tem uma grande capacidade de absorção de metais pesados e compostos orgânicos.
Segundo Sérgio Monteiro, um dos autores da pesquisa, o método pode ser usado para tratamento de água de abastecimento público em regiões com intensa prática agrícola, como é o caso das cidades da região de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, que são totalmente abastecidas pelo aqüífero Guarani. “Os estudos para aplicação em grande escala ainda serão realizados, mas acreditamos que este processo seja a melhor alternativa”, diz.
Fonte: http://revistagloborural.globo.com
terça-feira, 17 de março de 2015
Certificação Leed
Criada pelo USGBC há mais de uma década, nos EUA, a certificação LEED para construção sustentável chegou ao Brasil há quase cinco anos e, hoje, é considerada o principal selo para edificações no país. Com nova versão prevista para esse ano, a certificação já atestou o comprometimento de 40 empreendimentos nacionais com a sustentabilidade e colocou o Brasil na quarta posição do ranking mundial dos países mais preocupados com a construção sustentável.
Atualmente, 40 empreendimentos brasileiros - entre bancos, hospitais, escolas, laboratórios de saúde, supermercados, prédios comerciais e outros - possuem acertificação LEED - Leadership in Energy and Environmental Design. Mas você sabe o que, de fato, esse selo verde representa? Criado em 2000, pelo USGBC - Conselho de Construção Sustentável dos EUA, o LEED orienta e atesta o comprometimento de uma edificação com os princípios da sustentabilidade para a construção civil - antes, durante e depois de suas obras.
Emitido em mais de 130 países de todo o mundo, o selo é considerado, hoje, a principal certificação de construção sustentável para os empreendimentos do Brasil, onde é representado oficialmente pelo GBC-Brasil - Conselho de Construção Sustentável do Brasil, que foi criado no país em 2007.
As edificações interessadas em conquistar o selo LEED devem entrar com pedido de certificação na Plataforma LEED Online, referente ao seu tipo de empreendimento. No Brasil, existem oito selos diferentes:
- LEED NC, para novas construções ou grandes projetos de renovação;
- LEED ND, para projetos de desenvolvimento de bairro;
- LEED CS, para projetos na envoltória e parte central do edifício;
- LEED Retail NC e CI, para lojas de varejo;
- LEED Healthcare, para unidades de saúde;
- LEED EB_OM, para projetos de manutenção de edifícios já existentes;
- LEED Schools, para escolas e
- LEED CI, para projetos de interior ou edifícios comerciais.
Em seguida, a edificação cadastrada passa pelo processo de avaliação do GBC que, no Brasil, leva em conta sete quesitos:
- uso racional da água;
- eficiência energética;
- redução, reutilização e reciclagem de materiais e recursos;
- qualidade dos ambientes internos da edificação;
- espaço sustentável;
- inovação e tecnologia e
- atendimento a necessidades locais, definidas pelos próprios profissionais da GBC, que variam de empreendimento para empreendimento.
Cada quesito tem um peso diferente na avaliação - a categoria Eficiência Energética, por exemplo, vale 37 pontos, enquanto a categoria Qualidade dos Ambientes Internos vale 17. O empreendimento avaliado pode conseguir até 110 pontos, sendo que, para receber a certificação LEED, é preciso ter pontuação superior a 40. Quanto maior a pontuação da edificação, melhor será o nível do selo conquistado. Existem quatro tipos:
- Selo LEED, conferido a empreendimentos que tiveram mais de 40 pontos;
- Selo LEED Silver, para edificações com mais de 50 pontos;
- Selo LEED Gold, para empreendimentos com pontuação superior a 60 e
- Selo LEED Platinum, para edificações que conquistaram mais de 80 pontos.
BRASIL: QUARTO PAÍS NO RANKING DA CONSTRUÇÃO VERDE
De acordo com levantamento realizado pela USGBC, atualmente, o Brasil ocupa a quarta posição no ranking dos países que possuem o maior número de edificações em processo de certificação LEED - que é o selo verde com maior reconhecimento internacional no setor da construção civil.
Até dezembro do ano passado, 429 construções estavam em processo de certificação no país. Na frente do Brasil, no ranking dos países mais preocupados com a construção sustentável, estão apenas EUA, China e Emirados Árabes Unidos, que possuem, respectivamente, 38.940, 807e 758 empreendimentos em processo de certificação LEED.
UMA NOVA VERSÃO DO LEED VEM AÍ
Para este ano, o USGBC promete o lançamento da versão 4.0 da certificação LEED. Mais exigente, a nova versão pretende atender às atuais necessidades do setor da construção civil no campo da sustentabilidade e está prevista para ser divulgada em março.
http://planetasustentavel.abril.com.br
segunda-feira, 16 de março de 2015
Mundo Sustentável: Importância Da Iniciativa Privada
Sustentabilidade: Palavra que ganhou o mundo após as grandes nações aceitarem que ações produtivas quando realizadas sem cuidado ambiental podem prejudicar as futuras gerações.
O mundo sustentável precisa da ajuda das empresas para que o costume se torne natural entre as populações. A maior parte da vida dos trabalhadores é passada dentro do itinerário. Empregadores que reservam algumas horas para estimular ações educativas no ambiente de trabalho colaboram de forma direta com a promoção da sustentabilidade.
A cada dia que passa as empresas sentem maior necessidade de implantar programas relacionados com o desenvolvimento sustentável. Os planos acontecem tanto no campo produtivo como na reeducação dos trabalhadores que compõem a força produtiva. O Planeta Terra precisa de ajuda também da inciativa privada para que o mundo sustentável se torne realidade.
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